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Dúvidas Frequentes

SEGURANÇA PARA A SUA SAÚDE!

imaginário de muitos pacientes quando o assunto é anestesia. Quais, entretanto, são os motivos do receio? Viajar de avião, por exemplo, causa temor. Apesar disso, milhares de vôos acontecem diariamente enquanto os poucos acidentes acabam sendo divulgados com grande repercussão. A mesma coisa acontece na anestesiologia. Diariamente, profissionais qualificados aplicam milhares de anestesias com toda a segurança, mas os raros acidentes ganham destaque. Então, já que a melhor arma contra o medo é a informação, leia este material, guarde-o e entenda: anestesia é tecnologia a serviço do seu bem estar.

  • Como minimizar os riscos da anestesia?

    É direito do paciente ser avaliado por seu médico anestesista, de preferência antes da internação hospitalar nas cirurgias eletivas. Nestas consultas, é feita uma avaliação clínica minuciosa, exame físico direcionado, orientação sobre medicamentos a serem continuados ou suspensos, além do tempo de jejum pós-operatório. Desta forma, o anestesiologista tira todas as dúvidas do paciente e/ou responsável, avalia o risco associado e discute a técnica a ser utilizada esclarecendo vantagens, desvantagens e outras alternativas.

  • Anestesia tem risco?

    Toda anestesia tem risco proporcional à condição clínica do paciente, tempo e porte da cirurgia além de doenças como hipertensão, diabetes e fatores como alcoolismo, tabagismo e consumo de drogas ilícitas. O que se sabe é que quanto mais grave o quadro, maior o risco. Em pacientes saudáveis, ele decorre de variações anatômicas e fisiológicas individuais, algumas impossíveis de serem previstas, que somente aparecem quando a pessoa é submetida ao procedimento anestésico-cirúrgico.

  • O anestesista deve fazer parte da equipe médica?

    Não procure separar equipe anestésico-cirúrgica tentando impor um anestesiologista de seu conhecimento. O trabalho em equipe com entrosamento é um dos fatores importantes para o sucesso da cirurgia.

  • Qual a sensação pós-anestesia?

    Depende da operação, tipo de anestesia e condições físicas do paciente. No planejamento da cirurgia, o anestesista deve escolher a técnica adequada de moda que o paciente desperte de forma suave, tranqüila e sem dor.

  • Por que a necessidade de jejum pré-operatório?

    A anestesia leva ao relaxamento e perda dos reflexos de proteção da via respiratória. Então, caso o paciente vomite durante a anestesia, o material gástrico poderá entrar no pulmão causando pneumonia. Portanto, o jejum é um fator de segurança e não deve ser desrespeitado. O número de horas necessário varia de acordo com a idade do paciente e o tipo de líquido ingerido. Em cirurgias de urgência, o procedimento não é exigido.

  • Que critérios devem ser considerados na escolha do anestesista?

    Verificar seu credenciamento em entidades como a Sociedade Brasileira de Anestesia (SBA), um órgão com mais de 60 anos de existência, e com a Sociedade de Anestesia do Estado de Pernambuco (SAEPE).

  • Existe possibilidade de prever um choque anafilático?

    Não. Qualquer medicação realizada pode desencadear uma reação alérgica, mesmo que a pessoa já tenha usado esta mesma droga em situação anterior. Existem alguns testes cutâneos alérgicos de drogas usadas na anestesia, porém mesmo com o resultado negativo, não existe segurança absoluta no uso das mesmas.

  • Quais são as principais indicações médicas pré-cirurgia?

    Seguir rigorosamente as recomendações, principalmente se fizer uso contínuo de remédios como anti-hipertensivos e para controle do diabetes ou correlatos. Informar corretamente alergia a drogas, uso de medicações e drogas ilícitas, assim como doenças associadas e histórico familiar de doenças. Parar de fumar. Iniciar atividades físicas como caminhadas de 30 minutos ou hidroginástica. Pode ser até alguma atividade dentro de casa mesmo.